É um termo técnico utilizado no meio agronômico que refere-se à ciência aplicada, bem como ao estudo da agrotecnologia de produção das culturas oleráceas.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
O que é Fotossíntese:
Fotossíntese significa o processo biológico realizado através da clorofila presente nas plantas verdes, que, através da energia da luz solar, absorvem água e dióxido de carbono da atmosfera que são transformados em energia química. Simultaneamente, há libertação de oxigênio na atmosfera, que renova e purifica o ar.
A fotossíntese é fundamental para a sobrevivência de todas as formas de vida na Terra, pois é através dela que se obtém a energia essencial para a vida. A cadeia alimentar é continuada porque os animais e outros seres que não possuem capacidade fotossintética dependem das substâncias orgânicas oferecidas pelas plantas verdes como fonte alimentar.
A importância da fotossíntese para a vida na Terra é enorme. A fotossíntese é o principal processo de transformação de energia na biosfera. Ao alimentarmo-nos, parte das substâncias orgânicas, produzidas graças à fotossíntese, entram na nossa constituição celular, enquanto outras (os nutrientes energéticos) fornecem a energia necessária às nossas funções vitais, como o crescimento e a reprodução. Além do mais, ela nos fornece oxigênio para a respiração. O ponto de compensação acontece para manter o sistema fotossintético ativo, dissipando parte da energia luminosa recebida pela planta, permitindo sua sobrevivência nestas condições extressantes.Tudo isto se pode verificar nos ecossistemas existentes na Terra
O termo "autótrofo" designa os seres que possuem capacidade de sintetizar o seu próprio alimento. "Heterótrofos" são os homens e a maioria dos animais que não possuem essa capacidade.
O processo de fotossíntese realizado pelos seres autótrofos, foi descoberto em 1778 pelo cientista holandês Jan Ingenhousz, que presenciou a libertação de gás oxigênio por plantas expostas à luz solar.
AULA DE OLERICULTURA.
FATORES AGROCLIMATICOS.
- AMBIENTE: É o conjunto dos fatores Agrotecnologicos e Agroclimáticos que vão influenciar o desenvolvimento e o ciclo da cultura.Luz, Temperatura, Solo, Adulbo e etc.
- GENÓTIPO: são as características genéticas da planta, que expressam todo o seu potencial produtivo.
- FENÓTIPO: é a interação do genótipo mais o ambiente. G+A
- TERMOPERIODICADE ESTACIONAL: são as variações climaticas sofridas pela planta durante o desenvolvimento do seu ciclo.
- PLANTAS ANUAI: são aquelas plantas que completa o seu ciclo eu um intervalo de um ano.
EX: Hortaliças, Feijão, Soja, Milho, Sorgo.
- PLANTAS BIONAIS: são aquelas plantas que necessita de queda de temperatura para mudarem de estagio vegetativo para o estagio reprodutivo.
EX: couve-flor, Morango, Uva Maçã,Cebola
- PLANTAS PERENES: são aquelas plantas que o seu ciclo se completa indefinidamente a patir de (3) trez anos.
EX: (FRUTIFERAS).(Manga, Laranja, Limão, Mexerica, Jabuticaba, Cana-de-açucar).
29/05/2013.
HORTALIÇAS
Hortaliças, legumes ou verduras são termos nutricionais, agrícolas e culinários que se referem a plantas ou suas partes, geralmente consumidas por humanos como alimento.
Não são geralmente consideradas hortaliças as frutas, os frutos secos, as especiarias, os grãos, as batatas e algumas raízes tuberosas, como a mandioca. No entanto, do ponto de vista nutricional, todos estes produtos, com exceção das frutas doces, podem ser consideradas hortaliças .
O termo legume, no entanto, é também utilizado em botânica para designar um tipo de fruto, também chamado vagem e as sementes que contêm, como os feijões.
Usualmente, as verduras incluem as folhas (por exemplo, da alface), caules (espargo) e raizes de diversas plantas, como a cenoura. Mas o termo pode também incluir frutos não-doces, como as vagens verdes (por exemplo, do feijão) ou as suas sementes (como as das favas), o pepino, os diferentes tipos de abóboras, tomates, abacates e pimentas.
Por extensão, consideram-se por vezes como hortaliças algumas sementes já maduras (secas), como as ervilhas e feijões, que se cozinham depois de ensopadas em água para facilitar a cozedura.
A produção comercial das hortaliças é uma especialização da horticultura, chamada olericultura.
Hortaliças tuberosas
Neste tipo de hortaliças as partes consumidas crescem dentro do solo. Fazem parte deste grupo os bulbos como a cebola e o alho, tubérculos como cará e batata-doce, raízes tuberosas como as cenouras e beterrabas, e rizomas como os inhames.
Hortaliças herbáceas
Esta classificação de hortaliças compreende vegetais cujas partes consumidas estão acima do solo. Fazem parte deste grupo as folhas de alface, almerão, taioba, repolho; talos e hastes de aipo, aspargos e funcho; e flores como a couve-flor, alcachofra e brócolis.
Hortaliças-fruto
Nesta categoria de hortaliças, compreendem vegetais cujas partes aproveitáveis para o consumo são os frutos. Fazem parte deste grupo de hortaliças as melancias, os quiabos, as ervilhas, os pimentões, os tomates, os jilós, entre outros.
O consumo de hortaliças é indispensável na alimentação dos seres humanos, pois são alimentos reguladores que tem como características serem fontes de vitaminas, minerais, nutrientes que mantém o equilíbrio do organismo e ajudam para seu pleno funcionamento.
Hortaliças como cenoura, abóbora, almeirão, brócolis, entre outros são fontes de Vitamina A, essencial para a visão e manutenção da pele. Os espinafres, couves, pimentão verde, entre outros, são ricos em Vitamina C, responsáveis pelo combate às infecções e no processo de cicatrização.
Além de todas as vitaminas e minerais presentes nas hortaliças, existe uma série de compostos bioativos presentes nestes vegetais que auxiliam no combate e prevenção de doenças. Como exemplo o licopeno (pigmento vermelho) presente no tomate, na melancia, etc., possui propriedades anticancerígenas e atuam como antioxidantes.
As fibras que são fundamentais para proteger a flora intestinal, ajudar eliminar toxinas, e uma série de outros benefícios, estão presentes nas hortaliças também.
IMPORTâNCIA DA OLERICULTURA....
- Grande procura de seus produtos ricamente constituídos de vitaminas e sais
minerais;
- Grande número de empregos que dela deriva direta ou indiretamente;
- Aproveitamento de pequenas áreas;
- Alta capacidade produtiva;
- Retorno rápido do capital empregado.
CARACTERÍSTICAS DO AGRONEGÓCIO DA PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS
- Atividade agroeconômica altamente intensiva: emprego contínuo do solo de uma
gleba, com vários ciclos culturais/ano; tratos culturais; mão de obra e insumos
agrícolas, como sementes, adubos químicos, defensivos agrícolas, estercos,
agrofilmes etc.;
- Alto investimento por ha explorado (físicos e econômicos);
- Possibilita a obtenção de elevada produção física e de alta renda (bruta e
líquida)/ha/ano;
- Destaca-se em produtividade, por ha ou hectare/ano, em relação às demais
opções agroeconômicas;
- Geralmente o ciclo cultural das hortaliças é mais curto (ciclo anual); “bienais
perenes”
- Produção de mais de uma safra anualmente (na mesma gleba), - eleva o
rendimento físico e econômico da olericultura.
- Menor tamanho da área ocupada, em relação a outros tipos de culturas, porém
intensivamente utilizada. O menor tamanho das culturas facilita o aprimoramento
nos tratos culturais, que são intensivos e sofisticados.
- Requer alta tecnologia, sempre em constante evolução: produção de mudas em
bandejas, polinização manual de flores, raleamento de frutinhos, desbaste de
plantas em excesso, irrigação por gotejamento, fertirrigação, casa de vegetação,
equipamentos e implementos especializados, hidroponia etc.;
- Utilização intensiva de mão de obra, devido exigências em tratos culturais diversos
e intensivos;
- Viabiliza o aproveitamento agrícola de glebas consideradas problemáticas: terrenos
de baixa fertilidade, solos pedregosos, baixadas alagadas (com drenagem) – devido
a alta sustentabilidade física e econômica;
- Em geral são plantas de pequeno porte ou desenvolvidas verticalmente por meio
de tutores;
- Atividade agrícola de maior risco para o produtor rural (empresário rural), em
relação a outras opções: problemas fitossanitários, sensibilidade às condições
climáticas, ocorrência de anomalias fisiológicas etc.;
- Requer grande capacidade técnico-administrativa do produtor rural para manejar
os fatores agronômicos e econômicos;
- Possibilidade de controle climático parcial ou total (cultivo em ambiente protegido);
- Exige assistência técnica mais especializada e, mais intensivamente em relação a
outros agricultores.
gleba, com vários ciclos culturais/ano; tratos culturais; mão de obra e insumos
agrícolas, como sementes, adubos químicos, defensivos agrícolas, estercos,
agrofilmes etc.;
- Alto investimento por ha explorado (físicos e econômicos);
- Possibilita a obtenção de elevada produção física e de alta renda (bruta e
líquida)/ha/ano;
- Destaca-se em produtividade, por ha ou hectare/ano, em relação às demais
opções agroeconômicas;
- Geralmente o ciclo cultural das hortaliças é mais curto (ciclo anual); “bienais
perenes”
- Produção de mais de uma safra anualmente (na mesma gleba), - eleva o
rendimento físico e econômico da olericultura.
- Menor tamanho da área ocupada, em relação a outros tipos de culturas, porém
intensivamente utilizada. O menor tamanho das culturas facilita o aprimoramento
nos tratos culturais, que são intensivos e sofisticados.
- Requer alta tecnologia, sempre em constante evolução: produção de mudas em
bandejas, polinização manual de flores, raleamento de frutinhos, desbaste de
plantas em excesso, irrigação por gotejamento, fertirrigação, casa de vegetação,
equipamentos e implementos especializados, hidroponia etc.;
- Utilização intensiva de mão de obra, devido exigências em tratos culturais diversos
e intensivos;
- Viabiliza o aproveitamento agrícola de glebas consideradas problemáticas: terrenos
de baixa fertilidade, solos pedregosos, baixadas alagadas (com drenagem) – devido
a alta sustentabilidade física e econômica;
- Em geral são plantas de pequeno porte ou desenvolvidas verticalmente por meio
de tutores;
- Atividade agrícola de maior risco para o produtor rural (empresário rural), em
relação a outras opções: problemas fitossanitários, sensibilidade às condições
climáticas, ocorrência de anomalias fisiológicas etc.;
- Requer grande capacidade técnico-administrativa do produtor rural para manejar
os fatores agronômicos e econômicos;
- Possibilidade de controle climático parcial ou total (cultivo em ambiente protegido);
- Exige assistência técnica mais especializada e, mais intensivamente em relação a
outros agricultores.
No Brasil, a olericultura evoluiu mais acentuadamente a partir da década de 40, durante a 2ª Guerra Mundial. Naquela época, existiam apenas pequenas explorações diversificadas, localizadas nos “cinturões verdes” dos arredores das cidades, havendo o deslocamento em direção ao meio rural, estabelecendo-se em áreas maiores e mais especializadas. Essa interiorização certamente deveu-se ao fato de alguns produtores buscarem melhores condições agroecológicas ou mesmo de ordem econômica. A partir de então, a olericultura nacional evoluiu de pequena “horta” para uma exploração comercial com características bem definidas.
A partir da década de 50, instituições oficiais de pesquisa e ensino passaram a apoiar a olericultura, surgindo uma retaguarda técnico-científica composta por professores, pesquisadores e extensionistas. O efetivo empenho do governo federal na implantação e funcionamento das Centrais de Abastecimento (CEASA’s), ao longo da década de 70, também foi decisivo, racionalizando a comercialização, beneficiando a produção e a oferta de produtos de melhor qualidade.
A década de 80 é considerada importante para a olericultura brasileira, especialmente graças às atividades da pesquisa oficial, com a recomendação e lançamento de cultivares de hortaliças adaptadas às mais diversas condições climáticas do território nacional. Na última década, acentuou-se a implantação dos sistemas de cultivo protegido em estufas e hidroponia.
A característica mais marcante da olericultura é o fato de ser uma atividade agroeconômica altamente intensiva em seus mais variados aspectos, em contraste com outras atividades agrícolas extensivas. Sua exploração econômica exige alto investimento na área trabalhada, em termos físicos e econômicos. Em contrapartida, possibilita a obtenção de elevada produção física e de alto rendimento bruto e líquido por hectare cultivado e por hectare/ano. Outras características importantes nos empreendimentos hortícolas são a intensa utilização de tecnologias modernas, em constante mudança, e o reduzido tamanho da área ocupada, porém, intensivamente utilizada, tanto no espaço quanto no tempo. Há de se considerar a olericultura como sendo uma atividade econômica de alto risco para o produtor rural, em virtude da maior ocorrência de problemas fitossanitários, maior sensibilidade às condições climáticas e instabilidade de preços praticados na comercialização.
O sistema de exploração de olerícolas é extremamente especializado e exigente em qualidade, principalmente quanto ao aspecto comercial, e vem se tornando dominante no Brasil e no Estado do Espírito Santo, onde os produtores estão reduzindo o número de culturas trabalhadas e intensificando os cultivos durante todo o ano, em sistema de plantio seqüencial, o que pode ocasionar o agravamento de problemas fitossanitários.
A diversidade climática brasileira, também constatada no Espírito Santo, permite o cultivo de cerca de sessenta espécies de hortaliças, a maioria de forma competitiva e com possibilidades de exportação.
A produção mundial de hortaliças ocupa uma área em torno de 89 milhões de hectares, com uma produção total de 1,4 bilhões de toneladas, com destaque para a cultura da batata-inglesa, com produção de, aproximadamente, 308 milhões de toneladas (Tabela 1). Em 2002, no Brasil foram cultivados 806,9 mil hectares de olerícolas, com uma produção total de 15,7 milhões de toneladas, sendo que a batata também é a principal hortaliça e área cultivada, com aproximadamente 153 mil hectares e uma produção total de 2,9 milhões de toneladas. Porém, o produto hortícola mais consumido no território nacional é o tomate, com um volume de 3,5 milhões de toneladas, obtidas em uma área de 62 mil hectares. A cebola é a terceira olerícola em volume de produção, com 1,1milhão de toneladas
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)








